Será que as redes sociais podem contribuir para o seu negócio?

Novembro 26, 2008

Você pensa que essa história de redes sociais é coisa pra desocupado, que tem tempo para entrar no Orkut, deixar recados para os amigos, freqüentar o Facebook, ver filme no Youtube, escrever ou comentar nos blogs da web?  Mas já tem muito empresário usando essas redes.

Pra quê?

Se você é um especialista vai responder – imediatamente, que isso é marketing. Mas o que é isso, trocando em miúdos?

Diria que, da mesma forma que antigamente se espalhavam boatos no boca-a-boca, que muita coisa virava verdade a partir de um “boato bem plantado”, hoje em dia espalha-se boatos pela web, principalmente usando as redes sociais.

A diferença – e aí a criatividade entra forte – é que hoje em dia o boato tem informação por trás. Ouve-se falar de alguma coisa, pesquisa-se na Internet e lá tem alguma informação que “garante” o boato. Fácil, não?

Você entra em um site, participa de uma rede, conta um caso, mostra uma imagem, fala de sua empresa, de seu produto e: bingo! A informação está disponível para virar boato.

Se você for criativo, vai render.  

Mas que seja do bem!

boato


Mídia alternativa

Novembro 2, 2008

Alguns jornalistas – vejam várias entrevistas na televisão – tratam a Internet, com todos os seus recursos de autoria, como mídia alternativa. Ao contrário de outros segmentos que a apontam como nova mídia (exceção para jornalistas que já estão na web).

O problema é que essa nova alternativa trouxe uma concorrência impar à produção de conteúdos, para a comunicação verbal e não verbal, seja no formato escrito, falado, filmado, fotografado, desenhado, rabiscado e tudo o mais que for possível publicar.

Sem julgamento de valor, pois haverá sempre alguém acessando algum autor, necessário é reconhecer que o ponto chave da questão está no ineditismo associado à quantidade de conteúdos produzidos no mundo.

Enquanto isso jornalistas vão modificando sua forma de trabalhar – mesmo que nem percebam isso –  mantendo o valor da notícia bem cuidada ou da opinião fundamentada e nós tendo a oportunidade de usufruir de tudo quanto entendemos interessante num ambiente de comunicação sem limites. Desse ponto de vista a Internet é a melhor alternativa.


Ao pensar nos negócios, olhe pra fora!

Outubro 26, 2008

O computador já está presente e, 54% dos negócios do país e a maioria usa Internet banda larga (PEGN). Como os pequenos negócios podem aproveitar a rede para melhorar seus resultados? Imediatamente você pode pensar que é utilizando softwares para controles financeiros, controles de estoque e outras funcionalidades para melhorar a gestão. Afinal, os recursos de informática entraram nas grandes empresas do mundo inteiro por aí, principalmente visando a contabilidade e a folha de pagamento.

Mas naquela ocasião a rede era uma coisa do futuro e o microcomputador um ponto de interrogação. Hoje a realidade da web se instala a partir da comunicação e as soluções já permitem que as empresas pulem o balcão e saiam porta a fora, em busca de melhor relacionamento com seus fornecedores, com seus clientes e com a comunidade. Fazer isso pode custar quase nada e render bastante para os pequenos. Ficou mais fácil obter informações sobre o mercado, anunciar e falar com todos os envolvidos. Ficou mais fácil receber encomendas, saber o gosto e o desejo dos clientes, saber o que faz o concorrente e quais as novidades estão chegando para ameaçar, ampliar ou mudar o rumo da empresa.

Portanto, olhe pra fora! Caso contrário seus controles não valerão nada.

 


Meio do mundo

Outubro 12, 2008

 Aqui ainda não tem banda larga!


Modelos mudam com novas tecnologias

Outubro 5, 2008

 

No campo das tecnologias da comunicação e informação, equipamentos que não são novos, mas que estão se popularizando em função de preços mais acessíveis, sugerem inovações no jeito de fazer as coisas.

Veja o caso dos notebooks, que podem ser adquiridos em doze parcelas de menos de R$ 200,00, pois os preços estão compatíveis com os de alguns eletrodomésticos, como geladeiras, televisores e máquinas de lavar.

Isso pode mudar estratégias empresariais, recursos educacionais ou melhorar o desempenho de vários profissionais.

No mundo empresarial não há mais motivo para manter um parque de microcomputadores, que dormem após às 18 horas. Cada funcionário poderia levar consigo seu notebook e manter sua vida pessoal e profissional relacionada a um único equipamento.

Também não há mais motivo para que uma empresa mantenha um parque de rede e uma estrutura de serviços para seus funcionários. Ela poderia, simplesmente, manter seu site e ter o acesso dos funcionários por meio de solução 3G acoplada aos seus notebooks.

Plugados na web os funcionários estariam aprendendo mais, agregando valor à empresa por meio de conhecimentos e relacionamentos na rede.

Escolas deveriam começar a pensar da mesma forma (aliás, algumas já estão pensando, vejam o vídeo).

Como ia dizendo, modelos mudam e o modelo “site” deverá substituir o modelo de TI nas empresas (lembram-se de quando o CPD mudou para CI?).

Enquanto isso, para os pequenos negócios, que não possuem mesmo nenhuma estrutura de TI, a web já é uma solução, simples, barata em equipamentos e na maioria das vezes, gratuita em serviços.

 

 


e-c@ausos

Setembro 25, 2008

Ganhei o livro e li – rapidinho, como quem devora um doce!

São empreendedores que se defrontaram com o nascimento e queda (bolha!) da Internet, num período muito intrigante – a história contará isso um dia – em torno do ano 2000.

Além da minha total identificação com aquele momento,  da curiosidade em conhecer o outro lado da moeda, porque à época o meu lado era o do usuário, estou grata pela oportunidade de embrenhar-me nos meandros do comportamento empreendedor , puro e ingênuo, dos grandes sonhadores. Uma tribo de jovens, acreditando no sonho, idealizando realizações e ignorando os riscos no enfrentamento aos desafios, que hoje poderiam ser classificados de malucos.

Mas, ai do mundo se não fossem os malucos, que acreditam e não medem esforços para correr atrás de seus sonhos!

Poucos anos se passaram desde que tudo aconteceu, mas parecem séculos. A vida deles mudou, mas da forma como eles contam parece que era para mudar mesmo e que as marcas são troféus e não cicatrizes das quedas e arranhões.

Aprendi muito. Descobri que o grande responsável pelo comportamento empreendedor é o coração. Tudo mais é conseqüência.

Parabéns ao Índio Brasileiro pela brilhante idéia. Obrigada Gil.

 

 

 


Sem fronteiras

Julho 25, 2008
Oportunidade

Oportunidade

Ganhei essa foto da minha amiga Maria Angela.

São meninos índios, além de Roraima, no interior da Venezuela, lidando com computadores e internet.

Lembrei-me da primeira vez que tive acesso à rede, ainda com tela verde, e cai na Universidade de São Petersburgo. Fiquei tão emocionada que nem consegui ler nada (o texto em inglês),  lembro-me que sai correndo para chamar mais gente para ver onde eu tinha chegado.

Mais tarde, numa viagem aos Estados Unidos, tive o primeiro contato com o Mosaic e fiquei imaginando quando eu poderia ter algo parecido à minha disposição. Sonhei  em ver os lugares que nunca conheci. Viajar era o meu termo, que até hoje prefiro à navegar.

Olhando para esta foto continuo emocionada, pois imagino quantas possibilidades essas tecnologias podem trazer para as pessoas, em todos os lugares.

Do laser à educação, dos jogos aos conteúdos mais elaborados, cada um se desenvolvendo de acordo com seu estágio de aprendizado e com seu tempo. Educação sem muros, conexões com pessoas de qualquer parte do mundo, brincadeiras e diversão pela janela do computador.

Do lado de cá, temos a chance de nos tornarmos fornecedores de soluções para os que dependem delas.  Será que essas crianças trocariam um e-mail comigo?